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Filipa Madeira 27 Novembro 2006

Posted by filipamadeira in Quem somos.
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Bom, gostaria de vos apresentar um curriculo tão rico e tão extenso como muitos dos “coleguitas” do curso de mediação de conflitos em contexto escolar, mas como elemento mais novo do grupo, não o poderei fazer.
Desde o mês de Julho do presente ano, sou licenciada em Educação de Infância pela Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti.
Foi em Setembro que comecei a exercer a minha profissão que tanto gosto, no Externato das Escravas do Sagrado Coração de Jesus no Porto.

Na área da Mediação de Conflitos, esta foi a minha primeira formação e espero que não seja a última pois o “bichinho” da mediação ficou por cá…

Barba ou cabelo? 27 Novembro 2006

Posted by José Paulo Santos in Comunicação, Violência na escola, aluno, conflito, professor.
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Auto-controlo“Em todos os tempos surgiram professores que conduziram as aulas sem recurso a grandes medidas de controlo disciplinar, pelo facto de reunirem boa capacidade e penetrância didácticas, com empatia e relacionamento adequado com os alunos. Aos lado destes docentes, outros houve e haverá que parecem incapazes de se impor e por isso as suas aulas rapidamente se transformam em rituais sádicos ou desordens sem fim. Se há local onde os factores pessoais tenham importância, certamente a sala de aula está entre os primeiros.” (…)

“Se de alguma forma, o professor sentir o comportamento ou o discurso do aluno como provocatório, é fundamental não responder no mesmo sentido. Provocação após provocação, o diálogo continua em escalada simétrica, onde cada um tenta ser o mais forte, mas onde no fim a derrota acompanha os dois. O docente é por definição um adulto, logo deve ter mais experiência de auto-controlo e ser capaz de rapidamente encontrar uma alternativa comunicacional. Ao grito ou ironia provocatória do aluno, a resposta deverá ser complementar, isto é, acentuando a diferença, nunca estimulando a semelhança. Lembro a professora que, ao ser ameaçada por uma navalha de ponta e mola, teve a presença de espírito para perguntar “barba ou cabelo?“, deixando o aluno provocador sem saída.”

Sampaio, Daniel, Indisciplina: Um signo geracional?,

Cadernos de Organização e Gestão Curricular, Instituto de Inovação Educacional, pp. 7-9