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Curso de Especialização em Mediação de Conflitos em Contexto Escolar (Edição 2009) 5 Janeiro 2009

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Devemos começar por “educar no conflito e para o conflito”, para mudarmos a crescente cultura de adversidade. Esta ideia coloca-nos perante os desafios enunciados no Relatório da Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI, no qual se evidencia que um dos pilares da educação consiste simultaneamente em “aprender a ser e em aprender a viver juntos”, conhecendo melhor os outros, desenvolvendo projectos conjuntos que solucionem pacificamente os conflitos.

Elisabete Pinto da Costa – Mediadora de Conflitos e Directora do Instituto de Mediação da Universidade Lusófona do Porto – in Jornal de Notícias 11 Novembro 2007


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Curso de Especialização

MEDIAÇÃO DE CONFLITOS

EM CONTEXTO ESCOLAR

3ª Edição

Fevereiro – Abril 2009

Inscrições a decorrer até 31 de Janeiro de 2009


A violência tem estado presente na nossa sociedade ao longo dos tempos. Assistimos a uma cultura de violência que sobressai nos modos de interagir dos indivíduos: adultos, jovens ou crianças. Esta é uma realidade à qual as Escolas em geral não escapam e que tem vindo a afectar o seu funcionamento harmonioso. Para inverter esta tendência das sociedades democráticas torna-se necessário desenvolver uma educação para a convivência e para gestão positiva dos conflitos, afim de se construir uma cultura de paz, de cidadania e de sã convivialidade.

A Escola pode encontrar na Mediação uma abordagem para a transformação criativa dos conflitos, aceitando aproveitá-los como uma oportunidade de crescimento e de mudança, um potencial educativo e de formação pessoal para a resolução dos problemas da vida, actuais e futuros.

A Mediação Escolar é um meio de diálogo e de reencontro interpessoal, de  resolução dos conflitos, em que um terceiro, neutro e imparcial, auxilia os indivíduos a comunicar, a negociar e a alcançar compromissos mutuamente satisfatórios.

Preparar os actores da comunidade educativa segundos os princípios da mediação significa não só fomentar uma melhor convivência na escola mas também potenciar uma sociedade civil  activa e cívica.

Este é um dos objectivos desta 3ª edição do Curso de Especialização em Mediação de Conflitos em Contexto Escolar, que a Universidade Lusófona do Porto realiza a partir de 20 de Fevereiro de 2009 e que conta com o apoio da ANP, da CONFAP, do STAAE – ZN, da FRAPP e da AMC.


Pode visualizar e descarregar

o Documento de Apresentação

do Curso de Especialização em Mediação de Conflitos

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Seminário: PNL aplicada à Formação ao Ensino e à Aprendizagem 20 Novembro 2007

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Seminário

PNL* aplicada à Formação ao Ensino e à Aprendizagem

Orientadora: Drª Luzia Helena Wittmann

1 e 2 de Dezembro de 2007

9:30 às 13h00 e das 14:30 às 18:30

Ficha de Inscrição em Seminário PNL

Mais informação aqui

Local
Agrupamento de Escolas de Fiães, Rua Coelho e CastroAp.73, 4509-908 Fiães

* Programação Neurolinguística

Entrevista à Prof. Elisabete Pinto da Costa 9 Janeiro 2007

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Prof. Elisabete Pinto da Costa

A propósito da Mediação de Conflitos nas escolas, leia na íntegra a notícia publicada no Jornal de Notícias, na qual a Prof. Elisabete Pinto da Costa, docente da Universidade Lusófona, faz uma reflexão sobre esta temática no panorama português, comparativamente ao que já se faz lá fora.

Leia a notícia aqui

Barba ou cabelo? 27 Novembro 2006

Posted by José Paulo Santos in aluno, Comunicação, conflito, professor, Violência na escola.
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Auto-controlo“Em todos os tempos surgiram professores que conduziram as aulas sem recurso a grandes medidas de controlo disciplinar, pelo facto de reunirem boa capacidade e penetrância didácticas, com empatia e relacionamento adequado com os alunos. Aos lado destes docentes, outros houve e haverá que parecem incapazes de se impor e por isso as suas aulas rapidamente se transformam em rituais sádicos ou desordens sem fim. Se há local onde os factores pessoais tenham importância, certamente a sala de aula está entre os primeiros.” (…)

“Se de alguma forma, o professor sentir o comportamento ou o discurso do aluno como provocatório, é fundamental não responder no mesmo sentido. Provocação após provocação, o diálogo continua em escalada simétrica, onde cada um tenta ser o mais forte, mas onde no fim a derrota acompanha os dois. O docente é por definição um adulto, logo deve ter mais experiência de auto-controlo e ser capaz de rapidamente encontrar uma alternativa comunicacional. Ao grito ou ironia provocatória do aluno, a resposta deverá ser complementar, isto é, acentuando a diferença, nunca estimulando a semelhança. Lembro a professora que, ao ser ameaçada por uma navalha de ponta e mola, teve a presença de espírito para perguntar “barba ou cabelo?“, deixando o aluno provocador sem saída.”

Sampaio, Daniel, Indisciplina: Um signo geracional?,

Cadernos de Organização e Gestão Curricular, Instituto de Inovação Educacional, pp. 7-9